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21/05/2015 - Transfusão de hemocomponentes em crianças: o quê, quando e como usar?


Autores: Leonardo Rodrigues Campos; Aldo José Barbosa Cerqueira; Carlos José Barbosa Campos; José Guilherme Basílio Pereira de Souza; Rosanna Novello; Viviani de Lourdes Rosa Pessôa; Alda Cristina Ferreira Feitosa

 

Resumo: Atualmente, a prática transfusional vem se destacando como uma forma de terapia segura e efetiva, mas mesmo assim os efeitos adversos existem. É necessário, portanto, que os médicos conheçam os princípios da prática transfusional objetivando minimizar os riscos não imunológicos decorrentes da má indicação e uso dos hemocomponentes. Esse artigo tem como objetivo revisar a indicação dos hemocomponentes em crianças e discutir o uso de componentes modificados nos grupos de pacientes com considerações hemoterápicas específicas. 



Introdução: A partir do sangue total (ST), podemos obter hemocomponentes e hemoderivados. Os hemocomponentes são produzidos no serviço de hemoterapia através de meios físicos (centrifugação). Os hemoderivados são produzidos pela indústria com o uso de métodos físico-químicos de fracionamento do plasma.

Existem dois modos de doação: a mais comum, pela coleta de sangue total e a por método de aférese (separação automatizada), por meio das quais é possível obter hemocomponentes específicos (concentrado de hemácias - CH, concentrados de plaquetas - CP e plasma fresco - PF).

As plaquetas obtidas por centrifugação do ST são denominadas plaquetas randômicas, já as obtidas por método automatizado são denominadas plaquetas de aférese.

O processamento do ST, coletado em bolsas especiais com solução anticoagulante e aditivas, é realizado por centrifugação refrigerada, o que impede a contaminação e proliferação bacteriana no produto. O ST é fracionado em hemocomponentes eritrocitários (CH), plaquetários (CP) e plasmáticos (PF), os quais são armazenados em temperaturas distintas para que a viabilidade das células e proteínas seja mantida1.

Esse artigo tem como objetivo revisar a indicação dos hemocomponentes em crianças e discutir o uso de componentes modificados nos grupos de pacientes com considerações hemoterápicas específicas.


Clique aqui para acessar a íntegra do Artigo publicado na revista Residência Pediátrica. O Dr. Leonardo Campos é médico responsável pela agência transfusional do Hospital Copa D' Or.