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16/03/2018 - Integrado e preciso



 

Seguindo o ritmo de investimentos de 2017, a Rede D’Or São Luiz (RDSL) começa 2018 com inaugurações previstas e novidades na área hospitalar. Além da abertura da clínica OncoStar, em São Paulo, a organização inaugurará um laboratório de anatomia patológica na capital paulista, com foco em pesquisa clínica e atender a demanda de exames. O laboratório será voltado para a área oncológica da RDSL em São Paulo.

 

Previsto para maio, a projeção do laboratório de anatomia patológica é de que sejam realizados cerca de 7.000 exames por mês. O novo serviço contará ainda com uma equipe de médicos dedicados e cerca de 40 profissionais, entre eles técnicos de biologia molecular, biologia química e de patologia.

O diferencial do laboratório está na integração assistencial com as unidades paulistas. Os médicos patologistas circularão pelos hospitais da Rede e farão essa interconexão entre o cuidado trabalhado na ponta com a assistência técnica do diagnóstico laboratorial. “Eles não estarão restritos ao laboratório, mas presentes nos centros cirúrgicos, por exemplo, como participantes do corpo clínico”, afirma Fernando Soares, médico responsável pelo projeto. “Isso permitirá a troca de ideias e melhor escolha e acompanhamento dos pacientes. Haverá mais eficiência na transmissão dos resultados e menos tempo entre a coleta e o resultado.”

A unidade ficará alocada no Hospital São Luiz Jabaquara, situado na Zona Sul de São Paulo. Como será um laboratório dedicado a Oncologia, a estrutura contará com equipamentos de ponta e alta qualidade, garantindo a exatidão nos resultados dos exames que abrangem todo o espectro da patologia, desde a tradicional até a patologia molecular. A novidade fica por conta de um recurso que irá permitir a realização de consultas de forma virtual, analisando as lâminas em tempo real.

“Uma oncologia forte precisa de um setor de patologia forte”, explica Soares. Atualmente, para ser eficiente, a área oncológica necessita do suporte da patologia na determinação do diagnóstico preciso, do estabelecimento do comportamento clínico e na escolha da terapia adequada. “O diagnóstico precoce resulta em um tratamento melhor direcionado, com maior chance de recuperação”, diz o médico.

Anatomia Patológica no Rio de Janeiro

O modelo de trabalho integrado não ficará restrito a São Paulo. O plano é que todas as unidades tenham estruturas semelhantes, com os médicos patologistas fazendo parte do corpo clínico dos hospitais e clínicas, levando mais integração aos processos assistenciais. 

No Rio de Janeiro, já está sendo redesenhado o laboratório de anatomia patológica do Hospital Quinta D’Or, que atende as unidades da regional fluminense em todas as especialidades. Além das mudanças na equipe, a estrutura tecnológica também passa por atualização: o sistema de laudos e registros agora está mais uniforme e integrado aos sistemas de cuidado e gestão.

“A partir do segundo semestre, o projeto segue para as regionais de Pernambuco e Distrito Federal. Teremos um serviço completo, padronizado e com as melhores práticas em toda a Rede D’Or São Luiz”, diz Fernando Soares.

Em 2017, foram realizados 22.571 atendimentos a pacientes, totalizando 66.633 exames no laboratório de anatomia patológica do Rio de Janeiro.